O impacto do lixo hospitalar no meio ambiente - Negócios Hospitalares
publicidade
Busque produtos e serviços de forma mais eficiente!


O impacto do lixo hospitalar no meio ambiente

O impacto do lixo hospitalar no meio ambiente.


Resíduos hospitalares precisam de cuidados especiais, uma vez que são nocivos, tanto para as pessoas, quanto para o meio ambiente, devido ao alto nível de proliferação de doenças e contaminação. Para evitar danos à natureza, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa, estabeleceu regras sobre o tratamento e acondicionamento do lixo hospitalar, dividindo os materiais de saúde em grupos distintos: potencialmente infectantes (Grupo A), químicos (Grupo B), rejeitos radioativos (Grupo C), resíduos comuns (Grupo D) e perfurocortantes (Grupo E).

Resíduos hospitalares precisam de cuidados especiais, uma vez que são nocivos, tanto para as pessoas, quanto para o meio ambiente, devido ao alto nível de proliferação de doenças e contaminação. Para evitar danos à natureza, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa, estabeleceu regras sobre o tratamento e acondicionamento do lixo hospitalar, dividindo os materiais de saúde em grupos distintos: potencialmente infectantes (Grupo A), químicos (Grupo B), rejeitos radioativos (Grupo C), resíduos comuns (Grupo D) e perfurocortantes (Grupo E).

Por causa disso, o lixo infectante deve ser separado do lixo comum. No entanto, essa separação ainda não acontece em todos lugares, como nos hospitais, por exemplo. Em muitos desses lugares, a prática comum é a incineração do lixo infectante, que gera cinzas com dioxinas e metais pesados, aumentando a poluição do ar e produzindo emissões mais tóxicas do que os próprios produtos queimados.

Neste sentido, é indispensável a gestão correta do tratamento e descarte dos materiais utilizados pelo serviço de saúde, tanto para seres humanos, quanto para os animais.

 

 

 

Por HospitalMed e Brascon, 31/05/18.